sábado, 14 de maio de 2011

Fábrica coreana de microeletrônica investirá US$ 300 milhões no Brasil

Via Blog Amigos do Presidente Lula:


A fabricante Hana Micron anunciou que pretende investir US$ 300 milhões no Brasil em uma fábrica de semicondutores, por meio de uma parceria com a empresa gaúcha Parit Participações.

O Ministro das Comunicações Paulo Bernardo, está em viagem oficial à Coréia do Sul, e visitou a sede na Coréia.

As companhias vão instalar uma unidade de semicondutores na cidade de São Leopoldo (RS), no complexo do Tecnosinos, dentro das dependências da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Ministro em visita à fabrica de semicondutores que investirá em unidade no Brasil.

Cooperação

Em sua viagem, Bernardo encontrou-se com o ministro das comunicações coreano, quando assinaram protocolo de intenções para cooperação entre os dois países com ênfase na experiência sul-coreana de internet em alta velocidade.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Estréia: "No Olho da Rua" filme de metalúrgico demitido

Estréia hoje o longa “No Olho da Rua”. O filme de estréia do cineasta Rogério Corrêa narra a trajetória de Oton (Murilo Rosa), metalúrgico, casado com Camila (Gabriela Flores), que após trabalhar 20 anos na mesma fabrica é demitido. Porém, vê sua última esperança de voltar a fábrica em Emiliano (Pascoal da Conceição) seu amigo vinculado ao sindicato que tenta “resgatar” seu emprego.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Julian Assange recebe prêmio por ‘busca pelos direitos humanos’

Via Agencia Reuters:


O australiano Julian Assange, fundador do sítio WikiLeaks, recebeu na terça-feira, dia 10, um prêmio da paz por sua “excepcional coragem na busca pelos direitos humanos.

A medalha de ouro foi entregue a ele em Londres pela Fundação Sydney da Paz, ligada à Universidade de Sydney e apoiada pela prefeitura da cidade australiana. Assange, que enfureceu os EUA no ano passado com a divulgação de milhares de documentos diplomáticos secretos, é apenas a quarta pessoa a receber o prêmio nos 14 anos desde sua criação.

“Achamos que a luta pela paz com justiça inevitavelmente envolve conflitos, inevitavelmente envolve controvérsias”, disse o professor Stuart Rees, diretor da fundação, que elogiou o homenageado por “desafiar práticas seculares de segredo governamental e defender o direito das pessoas a saberem”.

“Achamos que o senhor e o WikiLeaks provocaram o que julgamos ser um divisor de águas no jornalismo, na liberdade de informação e potencialmente na política”, afirmou Rees.

Assange atualmente está sob prisão domiciliar na Inglaterra, de onde pode ser extraditado para a Suécia para responder por supostos crimes sexuais.

Outros vencedores do prêmio incluem Nelson Mandela e Dalai Lama.

Governo usará posto Petrobras para reduzir preço de combustível

Via Blog da Dilma:

O governo Dilma vai usar a BR Distribuidora na tentativa de reduzir os preços dos combustíveis entre 7% e 10% para os consumidores já na próxima semana. A medida do governo visa, na prática, acelerar o movimento de queda dos preços já esperado pelo mercado, mas que, na avaliação de técnicos, não está ocorrendo no ritmo desejável e pode não ser na intensidade calculada para combater a inflação. Petrobras terá participação maior na produção de etanol
A orientação do governo é que a subsidiária da Petrobras, dona de quase 50% do mercado de combustíveis no país, reduza seus preços nas vendas aos postos a partir desta semana. Sozinha, a gasolina respondeu por quase um terço da alta de 0,77% da inflação medida em abril pelo IPCA, índice que baliza as metas perseguidas pelo Banco Central. Com o resultado, o IPCA acumulado em 12 meses chegou a 6,51%, ultrapassando o teto da meta oficial –4,5% ao ano mais tolerância de dois pontos percentuais. A gasolina sofreu o impacto da disparada dos preços do etanol, utilizado em sua composição. O segundo, com peso pequeno no cálculo da inflação, teve altas acima dos 10% em março e em abril, o que levou a primeira a subir 6,26% no mês passado.

Há 30 anos, morria Bob Marley, ícone do reggae

Via Agencias:

Há exatos 30 anos, morria Bob Marley. Considerado o expoente mais alto do reggae, ele tinha apenas 36 anos de idade quando faleceu, vítima de um câncer detectado quatro anos antes. Deixou a vida para assumir na história o papel de ícone.




Três décadas após a sua morte, o "rei do reggae" continua a ser recordado um pouco por todo o mundo, sendo uma constante fonte de inspiração para dezenas de novos artistas. Músicas como No Woman No Cry, Could You Be Loved ou I Shot The Sheriff hoje fazem parte de um repertório coletivo da música internacional.

Poucos gêneros musicais dispõem de uma figura central, tão próxima quanto possível da unanimidade, como acontece com o reggae. Bob Marley foi coroado nesse feudo, como o foram Elvis Presley no rock e Michael Jackson no pop. 

Acontece que nem todo aquele que se considera roqueiro gosta do som pioneiro e antiquado do rei do rock; e no pop, onde a infidelidade e a amnésia são gerais, Jackson passou uma década no ostracismo e só foi recuperado graças à tradicional necrofilia da indústria fonográfica. 

Com Marley é diferente: ele pode não se o favorito de todos, mas é quase onipresente nas coleções de fãs, no repertório de bandas não-autorais e no setlist de festas que se dedicam ao gênero jamaicano. 

Para além do gênio musical, sua figura, com enormes dreadlocks e um charuto de marijuana (erva de uso religioso pelos rastafaris) sempre na ponta dos dedos, se tornou quase tão forte quanto a do médico revolucionário Che Guevara e sua boina estrelada, o popstar pacifista John Lennon e seus óculos de aros redondinhos e superguitarrista Jimi Hendrix e seu instrumento canhoto. 

O mais conhecido rosto do movimento espiritual Rastafari, defensor de uma mensagem de paz, liberdade e emancipação, denunciador da pobreza, da repressão e da realidade social da Jamaica, Marley deixou, em vida, 14 álbuns – 12 de estúdio e dois ao vivo –, bem como um legado no reggae que permanece sólido até hoje, com mais de 200 milhões de discos vendidos.

“Legend”, lançado originalmente em 1984, continua a ser o álbum mais vendido da história do reggae. Já “Exodus” (1977) foi eleito pela revista Timecomo um dos melhores álbuns do século 20.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Professor demonstra como a mídia não aceita controvérsia

Via Portal Vermelho:

Segundo o Professor da Universidade de Wisconsin, Kevin Barret, os Estados Unidos teriam arquitetado o atentado que resultou na destruição do World Trade Center, com mais de três mil vítimas, para justificar a intervenção no Iraque (das armas biológicas de destruição em massa) e os bombardeios no Afeganistão em 7 de outubro, país que abrigava Osama Bin Laden e era governado por uma mílicia islâmica radical, o Talibã.
Logo após essa entrevista, uma carta do deputado republicano Steve Nass, assinada por 61 de 133 legisladores (todos republicanos menos um), ao governador e aos diretores da Universidade pediu o cancelamento do contrato de Barrett. Nass advertiu que ou cortavam o contrato ou os legisladores que assinaram a carta cortariam os fundos públicos da Universidade.
Hoje, o Prof. Kevin Barret leciona na Ohio University.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ministro iraniano diz ter provas de que Bin Laden morreu por doença “há muito tempo”

Via Blog Limpinho e Cheiroso:

O ministro iraniano de Inteligência, Heydar Moslehí, anunciou que seu país teria “informação fidedigna” de que o terrorista saudita Osama Bin Laden teria morrido “há muito tempo por causa de uma doença”.

Em declarações divulgadas na segunda-feira, dia 9, pela imprensa estatal, o chefe dos serviços secretos do Irã afirmou duvidar da operação norte-americana que teria matado Bin Laden, segundo a versão oficial apresentada pelos Estados Unidos, e desafiou Washington a mostrar o corpo do saudita.

A Casa Branca diz ter lançado o corpo de Bin Laden ao mar, após colher material para exame de DNA, e com direito às cerimônias religiosas correspondentes à tradição islâmica. O governo estadunidense também diz ter fotos da operação, mas decidiu não tornar as imagens públicas.

“Temos informação fidedigna de que Bin Ladem morreu há muito tempo por causa de uma doença”, rebateu Moslehí em declarações à imprensa local, após a reunião dominical do Conselho de Ministro.

“Se os aparelhos de segurança e de inteligência de fato prenderam ou mataram Bin Laden, por que não mostram o cadáver? Por que o jogariam ao mar?”, questionou o iraniano.

A resposta, segundo Moslehí, o interesse de Washington seria “obscurecer o despertar islâmico na região”.